Submissão
É sobrenatural e inevitável o
Magnetismo que exerces.
Algo irracional de amplitude extensa.
Esquivo-me de ligações e olhares
Mas, minha alma insiste transparecer solitude.
Então meus pensamentos puros são preenchidos com tua insanidade.
Fazendo emergir meus espaços vazios.
Logo eu? Tão insensível e volúvel
Que finjo paixões para me assemelhar aos demais?
Minha fortaleza se desfaz em face da tua segurança.
E ainda, que aprazível não convém submeter-me ao seu jugo.
Vivo-me, disfarço, desfaço, mudo a rota, desejando perder-te para
Não me encontrar.
“Nathália Botelho”
Não necessariamente que o texto seja meu, ou que seja sobre eu, o importante é causar um mal-estar em quem leia..."Eu me perco na confusão dele..."Nathália pode ser só mais uma das minhas facetas...não é sadio eu perder tempo explicando aquilo que não se explica...os créditos da poesia vão pra "minha pessoa"...quem entendeu leu, que não entendeu leu também...Já é quase Dezembro de mais um ano inútil...
André Martins
07/11/2011