Em um final de tarde de domingo
Aquele ser cálido dirigiu -se a um reencontro
Reencontro com as suas doces memórias..
A tarde chegou trazendo a chuva
Umas boas doses de álcool
E a lembrança daquele boêmio cujo a vida
Possibilitou um encontro com aquela senhora.
Buarque, lá de Hollanda, veio e foi -se...
Antes de ir balbuciou ao pé do ouvido daquela senhora
Palavras eloquentes e versos que flutuavam
Ele cantava para mandar a tristeza embora
E depois usa-se
Enquanto ela ficava..
Ficava com as lembranças das noites de "amor"
Ficava com aquele cheiro de sexo inigualável
Que infiltrava-se no quarto por dias após o último encontro.
Ficava com as mãos macias
Que realizavam suavemente pelas suas pernas...
Ficava com o álcool e o pileque pós-encontro
Ficava lá, sozinha...
E com aquela saudade que insistia em ser sua fiel companheira
Não sabia ela o quanto era indigesta
E... por vezes
Ridícula.
Porém...
Ela sabe!
E balbucia a inexistência de tua volta...
Mas...
Espera o reencontro, o tão doce encontro
Aquele com olhar de cumplicidade
Vivendo um pouco daquelas mesmas histórias
Como se nunca tivessem sido vividas.
(D. L)
*Nota da autora:
(Hoje vc é apenas real para mim, mas, saiba que se, uma vez, disse que teria prazer em falar de vc para os outros, eu apenas disse a verdade. Sempre serás o mambembe com quem vivi umas agradáveis histórias. As quais marcaram-me, apesar de., lembranças. Espero que estejas bem. Cuide-se!! Vc é grande e um bom ser humano! Desculpa por ter escrito aquelas palavras, eu estava com raiva. Desculpa mesmo!! Sucesso - essas linhas foram escritas no dia 16/09/18! Continuo te desejando um amor para que sejam grandes juntos).
Abraço!!
Sobre "textos que não são meus"...sempre há tempo de se redimir e pedir desculpas...mantido a escrita original, afinal não volto atrás para "corrigir meus textos..."
(André Martins)