“Aula de Contestação”
Extinto meu, desfavorecido por teu
Julgamento ineficaz, sem levar em conta meus
Mérito(s)...te direi desaforos, numa
Preliminar infinita...
Prazo em dobro para as safadezas,
Testemunhas ficarão com inveja,
Juízo incompetente , acusar-nos-ão...
Qualificação da palavra desejo!
No mundo dos fatos não haverá alegação de abandono
Vício meu de te querer,
Incompetência absoluta em não te amar...
Conexão entre meu sexo e teu desejo...
Cliente assíduo de teus serviços!
Fundamento essa tentativa de declaração de amor,
Com o pedido final de te amar direito...
André Martins
06/11/12
Pela data o ano era 2012, mas poderia ser qualquer um durante minha longa estadia na faculdade. A aula era Processo Civil e a matéria contestação, provavelmente essa foi a única vez que escrevi algo preocupado com alguma métrica, haja vista que foi escrito a partir do que o professor falava...TODAS as primeiras palavras de casa frase foram ditas pelo professor e estava em um esquema na sequência da matéria, de alguma forma e com alguma lógica inventada na hora fui dando forma aos versos algumas poucas palavras fui colocando para tentar dar algum sentido no texto, ou não...a poesia não se explica...ainda mais que na época o Código de Processo Civil vigente era outro...aos leitores colegas do mundo jurídico ou não, Pede-se deferimento...heheheheh!!!
