Cara de lua
Minha flor de
maracujá
Tem que se esforçar
Carinho é bom, é bom ser cuidado
Fera mansa...Só dar carinho que fico uma coelhinha
Uma fera...iremos reverter
Suou e ficou vermelho
Manda teus antecedentes criminais que minha mãe quer saber com
quem tanto falo no celular
Tudo se encaixava como uma indireta para mim
Aí você me confunde
Assim fica difícil
Foi a do pequeno príncipe
Não, não foi a da Amélie
Pois quero emprestado
Pra mim não funciona ler livros.
Estratégia desenvolvida por anos
Eu tô alguns níveis abaixo disso.
É cada paranoia que surge
Deito e começo a viajar
Pois eu sou boa de cama
Não muito...
Acabei “tento” insônia ontem
Todos na bochecha
Beijos!
Mereço!
...e é bom conversar com quem recita poemas...
Obrigado pela companhia
Tenho certeza que sim.
Já tomei remédios e eles me dão uma derrubada
Engano seu...
Quem mais você vai conhecer pra te abraçar de cabeça novinha
em folha...
Recomendações?
Já que existe a possibilidade de eu convulsionar a qualquer
momento...
Beijo...
Onde?
(André Martins/ 'P. Sales')
30/08/2018
"Eu não forneço nenhuma regra para que uma pessoa se torne poeta e escreva versos. E, em geral, tais regras não existem. Chama-se poeta justamente o homem que cria estas regras poéticas"
(Vladimir Mayakovsky)
Sobre juntar palavras e fazer versos, sobre uma "encomenda de poesia", sobre uma parceria "invisível", sobre um exercício que devia ser diário, sobre o exercício que é "diário", sobre brincar de poesia, sobre emocionar e distrair pessoas, sobre fazer rir pessoas...sobre inspirar e ser inspirado...sobre suspiros...eu sei escrever algo além de cartas de suicídios, discursos, TCCs, e letras de músicas fracassadas..."Promessas de Sol"