sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Nudes da alma...

 Quando o caderno de estudos passará para outros patamares?

Desfrutando do seu poema inacabado nesse caderno também inacabado! 

Sinto o cheiro da tristeza que as palavras exalam nas entrelinhas do inacabado! 

" Pensando aqui nas repetições da palavra inacabado..." 

Se há sinônimos..muitos, mas não aguentam o peso do que que é um ser incompleto!

...

Estou sentida...

Sentida pelos sentidos. Não aqueles que a escola nos faz entender,  e sim por aqueles que a vida nos faz sentir. Os reais, os intensos e confusos! 

Me ensinas a ler sem me reconhecer naquelas linhas tão escancaradas e rasgadas pelos sentidos que ora nós acomoda, ora nos derrota?! Por quê, André? Por que me colocaste diante do rememorável, do revivido e do esquecido? Que eu-poético é esse que dilacera a realidade e lhe transporta para um passado rasgado, desfiado e estraçalhado ?! Não quero as respostas tuas, aliás, não quero respostas, poeta... quero apenas continuar a enfrentar esses laços de lembranças tão bem arrumados e bem ornamentados que me encontro! 


ps.: Processamento lento e intenso! ( Sem pressa pelo fim)!

                                                                         (Professora Bruna)

Que interpretação fantástica

Me senti nu agora...

                                  (André Martins, o "Ribeirinho")

                                                                                            (Fevereiro/ 2022)

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